Catálogo de serviços

Tudo o que fazemos,
e como definimos o âmbito.

Organizado pela ordem da conversa e não por categorias arrumadas: identificar o que já lá está, corrigir, e depois evitar que apareçam problemas novos. Cada entrada indica o que o trabalho cobre, aquilo que contamos para definir o âmbito, e o que recebe no fim.

01 · Identificação

Encontrar o que já lá está. Cada vulnerabilidade é explorada e validada manualmente antes de chegar ao relatório.

1.1

Análise de vulnerabilidades

Procura a identificação e comunicação de vulnerabilidades técnicas no servidor que o suporta, melhorando a sua segurança e resiliência operacional.

Realização de análises de vulnerabilidades automatizadas sobre o respetivo servidor, com validação manual dos resultados para eliminar falsos positivos.

Isto é análise com validação, não um teste de intrusão. Mantemos a distinção visível na proposta para que ninguém seja apanhado de surpresa por aquilo que não foi coberto.

Âmbito
Endereços IP
Modelo
Black box
Entrega
Relatório com as vulnerabilidades identificadas e recomendações de mitigação

1.2

Teste de intrusão externo, infraestrutura

Simula um atacante sem qualquer acesso prévio, a partir da internet, contra a infraestrutura exposta da organização.

Exploração controlada e validação manual de cada vulnerabilidade identificada. A avaliação pode incidir sobre ativos específicos ou sobre toda a superfície pública detida pela empresa.

Âmbito
Endereços IP públicos, serviços expostos
Modelo
Black box, grey box
Entrega
Relatório executivo, relatório técnico, lista priorizada de remediações e sessão de apresentação

1.3

Teste de intrusão externo, aplicação web

Avalia a aplicação da perspetiva de um atacante na internet, com e sem credenciais válidas.

Testes sobre as funcionalidades acessíveis da aplicação, cobrindo autenticação, autorização, gestão de sessões, inputs do utilizador e lógica de negócio, com foco nas categorias do OWASP Top 10. As falhas de lógica de negócio e de autorização são onde os scanners param e onde o teste manual compensa.

Âmbito
URLs, aplicações, perfis de utilizador
Modelo
Black box, grey box, white box
Entrega
Relatório executivo, relatório técnico, lista priorizada de remediações e sessão de apresentação

1.4

Teste de intrusão interno

Simula um atacante já dentro da rede, seja um colaborador mal-intencionado ou um posto de trabalho comprometido.

Um teste de intrusão aprofundado à infraestrutura interna do cliente para identificar e explorar vulnerabilidades que possam comprometer a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos sistemas, incluindo os caminhos de escalada de privilégios em Active Directory.

Âmbito
Servidores, domínios Active Directory, segmentos de rede
Modelo
Grey box, normalmente com credenciais de um utilizador com privilégios padrão, o que permite avaliar a segurança tanto da perspetiva de um utilizador anónimo como de um autenticado
Entrega
Relatório detalhado com sumário executivo, vulnerabilidades com provas de conceito, impacto no negócio e recomendações de mitigação

1.5

Teste de intrusão a aplicação móvel

Cobre a aplicação, o armazenamento local no dispositivo e as APIs que a suportam.

Análise da aplicação móvel e do respetivo backend, incluindo armazenamento de dados no dispositivo, comunicação com o servidor e controlos de autenticação, seguindo o OWASP MASVS.

Âmbito
Aplicações, plataformas (iOS, Android), APIs
Modelo
Grey box
Entrega
Relatório executivo, relatório técnico e lista priorizada de remediações

1.6

Teste de intrusão a redes sem fios

A rede sem fios é frequentemente o ponto onde o perímetro externo e a rede interna se tocam.

Avaliação das redes sem fios da organização, cobrindo a robustez dos mecanismos de autenticação, a segregação entre redes de convidados e corporativas, e a possibilidade de um atacante nas imediações obter acesso à rede interna.

Âmbito
SSIDs, instalações físicas
Modelo
Black box, grey box
Entrega
Relatório técnico com as falhas identificadas e recomendações de configuração

1.7

Teste de intrusão a ambientes cloud e híbridos

Em ambientes cloud, a maior parte das falhas não está no software, está na configuração.

Revisão e teste das configurações de identidade, permissões, exposição de serviços e segregação de ambientes em infraestruturas cloud e híbridas.

Âmbito
Subscrições, contas, ambientes
Modelo
Grey box, com acesso de leitura às configurações
Entrega
Relatório técnico com as configurações em risco e o caminho de correção

1.8

Teste de intrusão a ambientes OT e ICS

Ambientes industriais onde a disponibilidade é o requisito dominante e um teste convencional é inaceitável.

Avaliação de segurança a ambientes de tecnologia operacional, com metodologia adaptada à criticidade dos sistemas e sem ações que comprometam a disponibilidade da operação. Poucos fornecedores no mercado têm competência validada nesta área.

Âmbito
Células, PLCs, redes de automação, sistemas SCADA
Modelo
Grey box, com acompanhamento presencial da equipa de operação
Entrega
Relatório executivo, relatório técnico e plano de remediação faseado

1.9

Red teaming

Um exercício orientado a objetivos, sem âmbito anunciado às equipas defensivas, para medir deteção e resposta e não apenas a existência de vulnerabilidades.

Simulação de um atacante real ao longo de várias semanas, combinando vetores técnicos, físicos e de engenharia social, com objetivos acordados previamente com a direção.

Âmbito
Objetivos acordados, duração da campanha
Modelo
Black box
Entrega
Relatório da campanha, linha temporal dos eventos, análise da deteção e resposta e sessão conjunta com a equipa defensiva

1.10

Campanha de phishing e engenharia social

Grande parte dos ataques não tem origem em componentes tecnológicos vulneráveis, mas no fator humano.

Envio de comunicações simuladas de phishing a colaboradores com o objetivo de avaliar o nível de suscetibilidade e a resposta perante este tipo de ameaça. Acordamos antecipadamente o que acontece a quem falha: a campanha mede o processo, não as pessoas.

Âmbito
Utilizadores com conta de e-mail
Modelo
Campanha única ou recorrente
Entrega
Relatório e análise de falhas, com taxas de abertura, de clique e de submissão de credenciais

1.11

Teste de intrusão física

Um atacante que entra no edifício não precisa de contornar a firewall.

Avaliação dos controlos de acesso físico às instalações, incluindo tentativas de entrada não autorizada e de ligação a pontos de rede internos. Exige uma carta de autorização assinada e um contacto disponível durante toda a execução.

Âmbito
Instalações, edifícios
Modelo
Black box
Entrega
Relatório com o percurso seguido, evidências e recomendações de controlo

1.12

Gestão de vulnerabilidades

Um pentest uma vez na vida não resolve o problema. O que é preciso é uma abordagem de teste contínuo.

De forma mais dinâmica do que um projeto de teste de intrusão tradicional, esta abordagem permite executar novos testes todos os meses sobre os ativos do cliente e dar visibilidade em tempo real de qualquer nova vulnerabilidade encontrada. Em vez dos relatórios tradicionais, o cliente acede a dashboards, podendo consultar o detalhe de cada vulnerabilidade e atualizar o seu estado. Encontramos uma nova e ela fica imediatamente disponível para verificação; o cliente corrige uma e atualiza o estado, e ela é reavaliada logo que possível.

Âmbito
Ativos sob acompanhamento, periodicidade
Modelo
Contínuo
Entrega
Acesso ao registo de vulnerabilidades, relatórios periódicos e verificações de regressão

02 · Correção

Encontrar o problema é a parte fácil. Corrigi-lo sem estragar o que funciona é a outra.

2.1

Consultoria de remediação

Nem todas as empresas têm uma equipa interna de IT ou de desenvolvimento, e por isso podem ter dificuldade em implementar as nossas recomendações.

Trabalhamos lado a lado com a equipa do cliente durante todo o processo de correção, garantindo que as vulnerabilidades são efetivamente resolvidas. Precisa de ajuda a implementar novas validações de segurança dentro do software testado? Orientamos a equipa sobre a melhor forma de o fazer na linguagem que usam. Tem dificuldade em configurar o Domain Controller com novas GPOs? Ajudamos a chegar às definições corretas. Qualquer que seja a vulnerabilidade a corrigir, os nossos consultores estão disponíveis com aconselhamento prático e apoio direto.

Âmbito
Horas ou dias de acompanhamento
Modelo
Remoto ou presencial
Entrega
Registo das sessões e parecer técnico sobre as correções implementadas

2.2

Revisão de arquitetura e de design

Aplicada antes de o sistema existir, é o ponto em que uma correção custa menos.

Revisão da arquitetura proposta contra as melhores práticas e as referências ISO/IEC 27001, OWASP e NIST, com identificação de falhas de design antes da implementação.

Âmbito
Sistemas ou projetos em revisão
Modelo
White box
Entrega
Relatório de revisão com falhas de design identificadas e recomendações

2.3

Reteste

Validação das correções implementadas, referenciando os identificadores do relatório original.

Cada vulnerabilidade é reavaliada contra o identificador atribuído no relatório original e o resultado é emitido como adenda, mantendo a numeração. Normalmente incluído no preço do teste original.

Âmbito
Vulnerabilidades a revalidar
Modelo
Segue o projeto original
Entrega
Adenda ao relatório original com o estado de cada vulnerabilidade

03 · Prevenção

Corrigimos o que existia. E agora, como evitar que apareçam falhas novas? Todas as formações podem ser presenciais ou remotas e podem ser personalizadas para abordar as falhas encontradas em testes anteriores, o que torna os exemplos reconhecíveis para quem está na sala.

3.1

Formação: sensibilização e boas práticas

Desenhada para toda a equipa, incluindo quem não trabalha em funções técnicas.

Explicamos como reconhecer as ameaças e as burlas mais comuns e apresentamos ferramentas que cada pessoa pode usar para melhorar a sua segurança no dia a dia. Quando existe uma campanha de phishing prévia, os resultados dessa campanha são usados como material da sessão.

Âmbito
Participantes, número de sessões
Modelo
Presencial ou remoto
Entrega
Materiais da sessão e relatório de participação

3.2

Formação: desenvolvimento seguro de aplicações web

Desenhada para equipas de desenvolvimento.

Orientada pelo OWASP Top 10 e pelo nosso framework interno de segurança, esta formação explica como funcionam as vulnerabilidades mais frequentes dentro do código, na linguagem que a empresa utiliza. Com uma abordagem totalmente prática, fornecemos laboratórios vulneráveis onde demonstramos como cada vulnerabilidade é explorada e como se corrige, e a equipa aplica as técnicas para sair com conhecimento prático real.

Âmbito
Participantes, número de sessões, linguagem
Modelo
Presencial ou remoto
Entrega
Materiais da formação, laboratórios de exercícios e relatório de participação

3.3

Formação: segurança de redes

Desenhada para equipas de IT e de sistemas.

Explicamos como funcionam as vulnerabilidades mais frequentes em infraestruturas corporativas. Com uma abordagem totalmente prática, fornecemos laboratórios onde demonstramos como são exploradas e como se corrigem, e damos à equipa a oportunidade de aplicar esse conhecimento.

Âmbito
Participantes, número de sessões
Modelo
Presencial ou remoto
Entrega
Materiais da formação, laboratórios de exercícios e relatório de participação

04 · Outros

As categorias acima cobrem aquilo que mais nos pedem. Não cobrem tudo o que conseguimos fazer.

4.1

Alvos invulgares e casos únicos

Se tem uma interface, tem superfície de ataque. A categoria a que pertence é problema nosso, não seu.

Parte do trabalho de que mais nos orgulhamos não cabia numa categoria quando chegou. Já testámos aplicações de televisão e avaliamos com regularidade alvos que nunca tínhamos visto. Quando o alvo é mesmo novo para nós, dizemo-lo, e começamos por uma fase exploratória curta para que nenhuma das partes fique a adivinhar o esforço.

Descreva o que tem. Ou lhe dizemos como seria o teste e quanto custaria, ou lhe dizemos com franqueza que não somos as pessoas certas. Encaminhá-lo para quem está melhor preparado vale-lhe mais do que um teste em que estamos a aprender à sua custa.

Âmbito
Acordado caso a caso, depois de vermos o alvo
Modelo
Depende do alvo e do acesso disponível
Entrega
O mesmo reporte de qualquer outro projeto: relatório executivo, relatório técnico, remediações priorizadas e reteste

Não sabe de qual precisa?

A maioria dos clientes também não, no início. Descreva os sistemas que o preocupam e dizemos-lhe por onde começar, incluindo quando a resposta honesta é que ainda não precisa de nós.

Línguas de trabalho
Português, inglês